Este texto é uma adaptação, com pequenas
alterações (permitidas no texto original) de forma a adequar-se ao caso
concreto da Bem Original,
da cartilha "PDF-X/1a" editada pela ABTG (veja link abaixo) no segundo
semestre de 2002. Versa sobre a normatização do formato de arquivo a
ser usado para transporte de materiais que serão posteriormente
impressos.
Toda
normalização tem por objetivo reduzir custos e desperdícios,
especificar matérias-primas, padronizar equipamentos, reduzir variedade
de produtos, capacitar o capital humano, assegurar qualidade, tempo e
segurança no trabalho.
Na área gráfica, essas
normas definem desde formatos padronizados de cartões e envelopes até
critérios de qualidade que devem ser observados nos processos de
impressão.
ABTG – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TECNOLOGIA GRÁFICA (click)
ABTG é hoje
ABIGRAF – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA
(click)
ABIGRAF, Associação Brasileira da Indústria Gráfica é uma das entidades
de classe mais atuantes do país, contribuindo para que a indústria
gráfica brasileira seja reconhecida nacional e internacionalmente. O
ONS 27 foi o primeiro organismo a ser credenciado pela
Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT para elaborar normas para o setor
gráfico brasileiro, participar das atividades de normalização
internacional na ISO e secretariar as atividades de normalização
regional no Mercosul.
ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS
É o órgão responsável pela normalização no Brasil, fornecendo bases
para o desenvolvimento tecnológico do país. É representante oficial do
Brasil na ISO, tendo duplo papel no desenvolvimento da Normalização
nacional e internacional.
ISO – INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION
É uma federação mundial integrada por mais de 130 países. A ISO promove
o desenvolvimento da Normalização no mundo com o objetivo de facilitar
a troca internacional de bens e serviços e auxiliar o intercâmbio
intelectual, científico, tecnológico e econômico entre as nações.
AMN – ASSOCIAÇÃO MERCOSUL DE NORMALIZAÇÃ
É o
organismo responsável pela normalização do Mercosul, com o objetivo
de promover a cooperação entre seus membros, facilitando a harmonização
de posições políticas e técnicas na normalização internacional.
O
TRABALHO DE PRÉ-IMPRESSÃO
Atualmente, a Comissão de Estudos de Pré-Impressão do ONS 27 encontra-se empenhada em traduzir, discutir e homologar a Norma Internacional que define regras de intercâmbio de arquivos digitais para uso gráfico em Formato de Documento Portátil – PDF (Portable Document Format). Desenvolvido pela Adobe Systems Incor-porated, o formato PDF está rapidamente se transformando no novo padrão mundial de transferência de documentos destinados à impressão. Sua confiabilidade e eficiência, no entanto, dependem de regras e procedimentos estritos de construção, normalizados como padrão PDF/X-1a.
Introdução
Portátil, o formato PDF (Portable Document Format) é uma evolução do
formato PostScript desenvolvido pela Adobe Systems Incorporated no
início da década de 80 e provavelmente será o seu sucessor no fluxo de
trabalho digital da indústria gráfica. Graças à sua estabilidade,
confiabilidade e tamanho compacto, o PDF é hoje o formato mais moderno,
prático e eficiente para envio de arquivos eletrônicos para uso
gráfico, um padrão adotado pela maioria dos sistemas de fluxo de
trabalho dos principais fabricantes mundiais.
O PDF traz todas as informações de página contidos no PostScript. Mas,
ao contrário deste, pode ser aberto e visualizado para conferência e
até mesmo sofrer pequenas edições e modificações sem que seja
necessário recorrer ao aplicativo original. Além disso, o PDF,
independe do sistema operacional no qual foi gerado (Mac, PC, Unix
etc), inclui todos os elementos vetoriais, imagens e fontes usados no
documento e é um formato extremamente compacto. Na sua evolução, o PDF
incorporou recursos específicos para uso gráfico profissional e
diversos aplicativos novos surgiram para aproveitar e estender sua
funcionalidade.
Existem diversas maneiras de produzir arquivos PDF. As versões mais
modernas dos aplicativos de editoração eletrônica oferecem a opção
salvar ou exportar as páginas em PDF. Há, ainda, sistemas baseados em
impressoras virtuais que possuem o recurso de imprimir para arquivo
(print to file) no formato PDF. Esses sistemas, no entanto, não
apresentam a confiabilidade e a precisão necessárias para a criação de
um arquivo PDF destinado ao uso gráfico profissional.
Além disso, dada a sua versatilidade de uso, o PDF tem capacidade de
incorporar elementos multimídia (sons, filmes, animações etc), funções
de formulários (menus automáticos, campos para preenchimento etc.),
recursos de internet e bancos de dados (hiperlinks e catalogação
automática), sem contar anotações e comentários de revisão. Todos essas
ferramentas são desnecessárias em um PDF destinado à impressão e podem
causar erros no processamento dos arquivos. Por isso, foram definidos
alguns padrões restritivos (subsets), específicos para uso gráfico
(conhecidos como PDF/X), no qual esses recursos são eliminados e os
arquivos são construídos conforme normas rígidas.
O subset PDF/X-1a é um desses padrões internacionais, normalizado pela
ISO. No momento, o Organismo de Normalização Setorial de Tecnologia
Gráfica, ONS27, no âmbito da Associação Brasileira de Tecnologia
Gráfica, está preparando a tradução da norma para sua aprovação no
Brasil.
O padrão PDF/X-1a prevê arquivos seguros e confiáveis, montados a
partir de informações genéricas e universais, permitindo seu uso por
todos os sistemas de fluxo de trabalho gráfico que suportam o formato
PDF, independente do aplicativo e da plataforma em que os documentos
originais foram criados. O objetivo final é garantir um intercâmbio de
arquivos no modo conhecido como “troca cega” (blind exchange): O
criador do arquivo não precisa obter nenhuma informação sobre o sistema
de trabalho do fornecedor destinatário (bureau de serviços, gráfica,
editora etc), e este também não necessita de informações adicionais
sobre o processo de geração do arquivo PDF/X-1a.
Atualmente a versão 5 do Acrobat Distiller é oferecida pela Adobe em
diversos idiomas, entre eles o Português. No entanto, por vários
motivos, a maioria dos usuários brasileiros utiliza o programa na
versão original em Inglês. Por isso, as reproduções das janelas de
configuração das Opções de Trabalho (Job Options) são mostradas nessa
cartilha nos dois idiomas: a versão 4 em Português e a versão 5 em
Inglês. Entendemos que, dessa forma, os leitores poderão avaliar melhor
as opções oferecidas pelo fabricante.
CRIAÇÃO DE ARQUIVOS PDF-X/1a
PARTE 1: CRIAÇÃO DOS ARQUIVOS POSTSCRIPT
Para que possam ser adequadamente convertidos para PDF/X-1a, os arquivos PostScript necessariamente devem possuir algumas características particulares. As informações abaixo são genéricas. Eventualmente, alguns valores podem ser modificados conforme instruções específicas do fornecedor destinatário do arquivo (bureau de serviços, gráfica, editora etc).
• Devem ser do tipo composto (composite).
• Devem ser criados usando a descrição de impressora (PPD) do Acrobat
Distiller, versão 4 ou 5, do tipo genérico (não vinculado à
dispositivo).
• Todos os elementos das páginas (inclusive imagens e ilustrações)
devem utilizar somente cores CMYK.
• Versões definitivas, de alta resolução (hires) das imagens devem ser
incorporadas integralmente aos arquivos PS.
• As marcas de corte (crop marks ou trim marks) devem necessariamente
ser incorporadas no arquivo. Em programas que ofereçam opção de
personalização das marcas, elas devem estar
• O formato do papel (paper size ou media size) definido na saída do
PostScript deve ser, no mínimo, uma polegada (2,54 cm) maior que o
tamanho de corte do documento nas duas dimensões, a fimde abrir espaço
para as marcas de corte e informações de página. Por exemplo:
documentos com 21 X 28 cm podem ser fechados em papéis 23,54 X 30,54 cm
ou maiores. O documento e as marcas de corte devem estar centralizados
no papel (horizontal e verticalmente).
• Elementos gráficos posicionados junto às bordas do documento devem
possuir sangria (bleed) de, no mínimo, 3 mm para além da linha de
corte. Nos aplicativos onde a extensão da sangria precisa ser definida
no fechamento do arquivo, a mema deve ser acertada para no mínimo 3 mm.
• Os documentos devem ser fechados com marcas de corte completas nos
quatro cantos, sem o uso de páginas faceadas (spreads).
• Todas as fontes tipográficas utilizadas no documento –
preferencialmente do padrão PostScript Tipo 1 – devem ser incorporadas
no arquivo PostScript. Fontes especiais (True Type, Open Type, etc)
podem ser convertidas para curvas ou incorporadas ao PostScript
conforme instruções do fornecedor.
Observação: os ajustes de encaixe entre as tintas (trapping) definidos
nos aplicativos de paginação são desconsiderados na geração do PDF do
tipo composto (composite). No entanto, as informações
CARACTERÍSTICAS QUE OS ARQUIVOS POSTSCRIPT NÃO PODEM TER:
• Separação prévia de cores (PostScript pré-separado).
• Descrições de impressora (PPD) de dispositivos específicos
(imagesetters, platesetters ou RIPs).
• Elementos com cores RGB, CIE-Lab ou cores indexadas (indexed colors),
como as encontradas em imagens do tipo GIF. Essas imagens devem ser
convertidas para CMYK antes do fechamento.
• Cores especiais (spot colors) ou cores Pantone, ainda que na forma de
cores adicionais ao CMYK (quinta cor).
• Imagens do tipo duotone criadas no Photoshop com uso de cores
especiais. Duotones elaborados com uso de cores CMYK são aceitos desde
que criados em Photoshop versão 5.5 ou mais recente.
• Imagens pré-separadas, salvas no formato EPS DCS 1 ou DCS 2.
• Imagens de baixa resolução para posterior substituição em sistemas de
OPI.
• Perfis de cor (ICC Profiles) incorporados. Tanto as imagens CMYK
incluídas no documento quanto o próprio arquivo PS não devem possuir
perfis incorporados (embeded).
• Divisão de páginas em múltiplas folhas de papel. A opção de uso de
ladrilhos (tiling) deve ser desabilitada no fechamento.
• Página posicionadas lado a lado (facing pages) unidas numa única
folha (spread), exceto se o material for destinado à montagem em
formato revista ou a ser impresso explicitamente dessa maneira.
• Marcas de sangria (bleed marks) junto das marcas de corte. Nos
aplicativos que oferecem essa opção no fechamento, as marcas de sangria
não devem ser incorporadas.
• Fontes tipográficas padrão PostScript Tipo 3, mesmo que incorporadas
ao PS.
Se não puder gerar diretamente um arquivo Postscript, instale uma
impressora PS que imprima no tamanho de papel que você precisa em seu
micro, como as Xerox Regal w/ Splash RIP (A3 - driver incluso no CD do
Windows), Apple LaserWriter (A4 - incluso no Mac OS) ou Generic
Postscript (padrão Linux). Ao imprimir, escolha "imprimir para arquivo"
e, se preciso, renomeie o arquivo ".prn" gerado para ".ps" (basta
trocar a terminação.
PARTE 2 – CONVERSÃO DE POSTSCRIPT PARA PDF
Estando com o arquivo PostScript preparado conforme as instruções
acima, é preciso convertê-lo para o formato PDF com uso de um
aplicativo específico. As instruções abaixo são para uso do Acrobat
Distiller (versões 4 ou 5) – que faz parte do pacote Adobe Acrobat.
Versões anteriores do Distiller não podem ser utilizadas.
As opções de trabalho (job options) do Acrobat Distiller são os ajustes
mais importantes do aplicativo e definem a qualidade e a adequação dos
PDFs para uso gráfico. Para gerar um PDF/X-1a, o usuário deverá ajustar
essas opções conforme as instruções que se seguem.
GERAL

• A compatibilidade deve ser ajustada para PDF versão 1.3 (gerada pelo
Acrobat 4 ou superior). Essa é a versão do PDF usada no padrão
PDF/X-1a. Versões mais recentes possuem recursos que não são
compreendidos pelos sistemas de fluxo de trabalho. As três opções
abaixo da compatibilidade devem ser deixadas desativadas.
• Todas as páginas do arquivo PostScript devem ser convertidas (opção
Distill Pages: All, apenas no Distiller 5).
• A resolução deve ser igual à que será usada no dispositivo de saída
final (2400 dpi ou 2540 dpi na maioria dos casos). A lombada da
encadernação fica no lado esquerdo (padrão em revistas e livros
ocidentais).
• O ajuste de tamanho da página padrão (Default PageSize) não tem
importância prática. No Acrobat Distiller 4, o ajuste dessa opção fica
na aba Avançado (Advanced).
2) COMPRESSÃO

Os ajustes de compressão têm relação direta com a qualidade das imagens
e o tamanho final dos arquivos PDF. As opções abaixo foram testadas
pela cxomissão da ONS 27 e permitemassegurar alta qualidade das imagens
dentro do menor tamanho possível de arquivo, facilitando o processo de
transmissão dos PDFs via internet.
• Ajuste as imagens coloridas e em tons de cinza (Color images e
Grayscale images) resolução fique, no máximo, em 300 dpi.
Imagens com
resolução acima dessa sofrerão redução da resolução (downsampling) do
tipo Bicúbico para que fiquem com 300 dpi de qualquer modo, seja ao
gerar o PDF ou na hora do processamento para impressão na Satélite. O
downsampling bicúbico para 300 dpi, no caso dos equipamentos de
impressão da Satélite, reduz o tamanho do arquivo e tem influência
pouco significativa na qualidade final
• As imagens monocromáticas (traço) não devem sofrer downsampling para
evitar o surgimento de padrões de moiré em arquivos pré-reticulados
(como os gerados por sistemas copydot).
. Em trabalhos mais sofisticados, nos quais é exigido o mais alto nível
de qualidade possível, a melhor opção é o uso da compactação JPEG de
qualidade Máxima (razão de compressão média 1:4) e
downsapling bicúbico para 400 dpi
Para a maior parte dos trabalhos comerciais e editoriais, a melhor
opção (boa relação entre nível de qualidade e tamanho do arquivo PDF) é
usar a opção de compactação JPEG de qualidade Alta
(razão de compressão média 1:8) e downsapling bicúbico para 300 dpi
Em trabalhos que não exijam alta qualidade e naqueles cuja transmissão
rápida for uma exigência determinante, o uso da compactaçãO JPEG de
qualidade Média
(razão de compressão média 1:15) é uma opção aceitável, em conjunto
como o uso de downsapling bicúbico para 300 dpi
4. Textos e elementos vetoriais devem ser comprimidos com o algorítmo
CCITT Grupo 4 para reduzir o tamanho do PDF gerado. Essa compressão não
causa perdas e é muito eficiente, e o aumento no tempo de geração de
PDF é pequeno.
3) FONTES

• Todas as fontes usadas no documento devem ser incorporadas no PDF
(Embed All Fonts). Para que esse recurso seja funcional, as fontes já
devem ter sido embutidas dentro do arquivo PostScript conforme as
instruções da parte 1 dessa cartilha.
• A opção de sublistar (subset) permite ao Distiller incluir no PDF
apenas a parte da fonte que está sendo realmente utilizada. Esse
recurso, embora reduza ligeiramente o tamanho dos arquivos para
• Caso a inclusão das fontes não possa ser feita (em função de arquivos
defeituosos ou perdidos, ou ainda de fontes protegidas contra cópia), o
Distiller está configurado para cancelar a tarefa e gerar uma mensagem
de erro (Cancel Job).

4) CORES
• O PDF/X-1a prevê que as imagens e arquivos devem ser preparados em
aplicativos de editoração eletrônica com cores ajustadas para o tipo de
papel e impressão a serem usados. Uma vez fechados os arquivos
PostScript compostos CMYK, suas cores não devem mais ser modificadas.
Por isso, os sistemas de gerenciamento de cores do Distiller devem ser
desativados (Color Management Off) ou acertados para deixar as cores
inalteradas (Leave Color Unchanged).
• Nas opções, as configurações de impressão sobreposta (overprint) de
cores que foram ajustadas nos aplicativos originais devem ser
preservadas no PDF (Preserve Overprint Settings). A preservação de
remoção de cor inferior e geração de preto (Under Color Removal and
black generation) não tem nenhuma função em PDFs CMYK com gerenciamento
de cores desativado e pode ser desligada. Even-tuais curvas de
transferência (Transfer Functions) devem ser removidas do arquivo.
Informações de meios-tons (Halftone Information) não devem ser
incluídas no PDF.
5) AJUSTES AVANÇADOS

Há diversas orientações de acerto dos ajustes avançados do Distiller
para a geração de PDF/X-1a que variam conforme o tipo de fluxo de
trabalho. As configurações abaixo são adequadas à geração de arquivos
PDF genéricos (independentes do fluxo de trabalho).
• O uso dos arquivos Prologue.ps e Epilogue.ps requer que estes sejam
editados e personalizados, e serve para inserir no PDF instruções em
código PostScript específicas para o sistema de pré-impressão de cada
fornecedor (comprometendo o caráter genérico do PDF). A imensa maioria
dos fornecedores (assim como os sistemas de impressão da Copiadora
Satélite) não usam esses recursos e essa opção deve ser desabilitada.
• A permissão para que PostScript sobrescreva as instruções das opções
de tarefa (Job Options) só tem utilidade em alguns aplicativos de
paginação e dentro de fluxos de trabalho muito específicos. Deve ser
desabilitada.
• A preservação da compatibilidade do PDF com RIPs PostScript de nível
2 deve ser assegurada com a ativação da função Preservar semântica de
página de cópia de nível 2 (Preserve Level 2 Copypage Semantics),
garantindo que os PDFs gerados funcionem em um maior número de RIPs.
• A inclusão de Tiquetes de Tarefa (Job Tickets) Portáteis no arquivo
PDF só tem utilidade em sistemas de trabalho que utilizem esse recurso,
o que não é o caso da Copiadora Satélite. Deve ficar desabilitada.
• O modo de sobreposição de tintas do Illustrator (Illustrator
Overprint), presente apenas no Distiller 5 deve ficar habilitado para
permitir a verificação da sobreposição de tintas nos arquivos PDF.
• A conversão de dégradés (Convert gradients to smooth shades) presente
apenas no Distiller 5 evita o surgimento de faixas de transição
visíveis nos arquivos vetoriais, mas pode gerar problemas em alguns
tipos de arquivo PostScript. A recomendação é que fique desligada.
• O uso de formato ASCII, embora melhore a compatibilidade dos PDFs com
aplicativos e sistemas mais antigos, gera um significativo aumento no
tamanho dos arquivos. Como todos os sistemas de RIP atuais aceitam
arquivos binários (mais compactos), essa opção do Distiller 5 deve ser
desativada.
• As opções de convenções de estruturação dos documentos (DSC -
Document Structuring Conventions) não têm grande influência no sistema
de geração de PDF/X-1a, no qual não são utilizados sistemas de OPI e
nem se permite a geração direta de PDFs a partir de arquivos EPS.
Apenas a primeira (Processar DSC – Process DSC comments) e a última
(Preservar informação de documento DSC – Preserve document information
from DSC) das opções devem ser ativadas.
• O ajuste de tamanho da página padrão (Default PageSize) não tem
importância prática. No Acrobat Distiller 5, o ajuste dessa opção fica
na aba Geral (General).